Acho que estou aprendendo a amar.
Foi uma estrada tão longa, tão longa, tão longa... Que eu pensei não ser possível. Que eu pensei que ela nem existisse. E ela talvez não existisse.
Mas Deus, não o deus do(s) talvez, das palavras vazias, ou deus que é só a resposta psicológica de Freud ao desespero, mas o Grande, Real e Poderoso Deus criou um caminho. Um Caminho. Feito e calçado com altíssimo preço.
O Grande e Poderoso Deus, o único que é capaz de transformar maldição(ões) em benção(ãos), criou um caminho.
Ainda falta tanto a caminhar, tanto. Mas eu já sinto esse Caminho firme sob os meus pés, sustentando todo o meu eu. Meu corpo, minh'alma, meu espírito.
Esse Caminho é Você, Jesus. O único que ficou comigo até o fim, querendo o meu melhor e o melhor pra mim. Eu, hoje, entendo Você e o que Você fez.
Acho que estou aprendendo a amar.
Mostrando postagens com marcador A Vida e os Textículos de Átila Guimarães - Crônicas de Mim. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A Vida e os Textículos de Átila Guimarães - Crônicas de Mim. Mostrar todas as postagens
domingo, 18 de março de 2012
domingo, 11 de março de 2012
Extasiado.
Extasiado.
Acabei de assistir "John Carter de Marte". Um conto curto de ficção científica que Edgar Rice Burroughs - o autor de Tarzan - julgou tão... doido e "sem chão" que ele publicou sob pseudônimo, há mais de cem anos.
Linda a história. A imagens são extasiantes, o final inteligentíssimo, emotivo.
Extasiado.
Eu tenho que ter cuidado quando eu vejo/fico assim com certos filmes - geralmente da minha especialidade predileta: ficção científica -: eu saio dirigindo como se meu carro fosse uma nave espacial.
Mesmo.
Acho que eu levei uns vinte minutos do Lgo. do Machado aqui em casa.
Extasiado.
Acabei de assistir "John Carter de Marte". Um conto curto de ficção científica que Edgar Rice Burroughs - o autor de Tarzan - julgou tão... doido e "sem chão" que ele publicou sob pseudônimo, há mais de cem anos.
Linda a história. A imagens são extasiantes, o final inteligentíssimo, emotivo.
Extasiado.
Eu tenho que ter cuidado quando eu vejo/fico assim com certos filmes - geralmente da minha especialidade predileta: ficção científica -: eu saio dirigindo como se meu carro fosse uma nave espacial.
Mesmo.
Acho que eu levei uns vinte minutos do Lgo. do Machado aqui em casa.
sábado, 10 de março de 2012
Ainda pouco tive um pensamento repentino de ligar pra minha mãe e dizer que todos estão bem.
Foi assim; veio do nada.
Na época em que ela morreu isso aconteceu umas duas ou tres vezes. Logo depois - acho que no dia seguinte - li uma crônica, não sei se do Veríssimo, ou do Xexéo - que hesita em ser ou não cronista, rsrs - narrando exatamente a mesma coisa. Foi engraçado. Estranho até, a coincidência da crônica.
Senti vontade de ligar pra minha mãe, e dizer que está tudo bem.
Foi assim; veio do nada.
Na época em que ela morreu isso aconteceu umas duas ou tres vezes. Logo depois - acho que no dia seguinte - li uma crônica, não sei se do Veríssimo, ou do Xexéo - que hesita em ser ou não cronista, rsrs - narrando exatamente a mesma coisa. Foi engraçado. Estranho até, a coincidência da crônica.
Senti vontade de ligar pra minha mãe, e dizer que está tudo bem.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Ariadne Araújo
25/03/2011
25/03/2011
Após uma desilusão amorosa, a morte de um ente querido, uma demorada
doença ou grande crise pessoal, também durante catástrofes naturais,
guerras e conflitos. Os livros têm sido companheiros fiéis, ajudando
milhares de pessoas a ultrapassarem tempos difíceis. Em "A arte de ler ou como resistir à adversidade"
(Editora 34), a pesquisadora francesa Michèle Petit conta como a
leitura tem salvado, transformado e reconstruído vidas, seja na Europa,
seja em pequenos lugarejos da América Latina.
No Brasil, na Argentina, na Colômbia e no México, a pesquisadora
acompanhou as chamadas "experiências literárias compartilhadas".
Organizadas por mediadores culturais - professores, bibliotecários,
psicólogos, artistas, escritores, editores, livreiros, trabalhadores
sociais -, essas experiências literárias têm como foco justamente
populações mais distantes dos livros: "crianças, adolescentes, mulheres
ou homens, em geral pouco escolarizados, oriundos de ambientes pobres,
marginalizados, cujas culturas são dominadas".
Lendo em voz alta e discutindo livros juntos, essas pessoas encontram no
prazer da leitura as representações e figurações simbólicas que
precisam "para sair do caos, seja ele exterior ou interior". Pois,
segundo Petit, os recursos culturais de linguagem, narrativos e
poéticos, são tão vitais quanto a água. E, para isso, todas as formas de
literatura são válidas: os mitos e lendas, os contos, romances, poemas,
teatros, diários íntimos, histórias em quadrinhos, ensaios, livros
ilustrados.
Local de acolhida, a leitura proporciona um "esquecimento temporário da
dor, do medo e da humilhação". Ela é suporte "para despertar a
interioridade, colocar em movimento o pensamento, relançar a atividade
de simbolização, de construção de sentido e incita trocas inéditas", diz
a pesquisadora. Para realizar essa experiência, os mediadores contam
com a curiosidade intelectual de homens e mulheres. Assim, na floresta
amazônica, refém da guerrilha na Colômbia, Ingrid Betancourt sonhava com
um luxo: um dicionário enciclopédico.
Quando lemos, damos um salto gigantesco no espaço e no tempo. A voz
interior do autor faz reviver uma outra. Segundo Petit, "ler,
apropriar-se dos livros é reencontrar o eco longínquo de uma voz amada
na infância". Nesse reencontro com a voz materna ou paterna, ou ainda da
avó ou avô, as "palavras são bebidas como se fossem leite ou mel".
Nesse desvio de tempo, de acordo com relatos de mediadores, alguns
adolescentes, ao ouvir as narrativas, "se esticam e se curvam em posição
fetal, enquanto outros fecham os olhos".
No Brasil, a pesquisadora acompanhou a experiência do projeto Cor da
Letra, que forma mediadores de leituras para o trabalho em escolas
públicas e privadas, hospitais, bibliotecas, centros sociais e
culturais, nos bairros urbanos pobres e interior em várias regiões do
país. Apesar da dificuldade em transmitir o gosto pela leitura, as
pessoas têm sido tocadas pela "voz" dos livros. Nesta e em outras
experiências, não se trata de fuga do real, "mas uma pausa, um intervalo
necessário para curar as feridas de uma realidade demasiado dolorosa.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
A história do Zé Rios:
Quando eu frequentava o A.A., eu frequentei um grupo atípico - se é que
em termos de A.A. cabe o termo "atípico", rsrs. Éramos uns cinco ou
seis. Todas as reuniões estávamos lá juntos, a intimidade era grande
fabulosa e as reuniões antológicas. Em tudo. Em intimidade - como eu já
disse -, em sinceridade, em aprendizado, em companheirismo. Em tudo.
Conforme eu precisava. Eu precisava de TUDO.
Lá tinha um cara cujo nome era Zé Rios. Provavelmente a esta hora ele já está morto, velhice eu creio.
O Zé Rios, entre a fauna já estranha do A.A., era um caso especial.
Bem, eu achava especial. Nordestino, tinha vindo beber no Rio; se
acabara nas sarjetas, na Lapa, na degradação. Malandragem, mendicância,
marotagem, paraibice, alcoolismo. Tudo junto. Tudo, tudo junto. Ele era
uma figura. Ladino como o que... Seu olhar, ou o seu semblante - ou
mesmo o seu eu - era o misto de muitas caras, muitas facetas; muitas
vidas. Mas certas horas... rsrs, acho que ele parecia um misto de raposa
com menino. Um homem de muitas vidas. Uma alma antiga. Cansada dessas
muitas vidas. Como eu.
Nos tornamos amigos quase imediatamente.
Assim. Eu gostava muito dele e ele sabia disso. Ele gostava muito, muito
de mim, e eu sabia disso. Sem mencionarmos isso. Dois velhos
caminhantes que se encontravam. O Caminho era nosso parentesco.
Então era sempre risada, muita risada... Ele tinha o riso frouxo; e eu
também, rsrs. E conversas muito profundas - é; o termo era esse:
profundas. Às vezes me deixavam tonto. precisando de dias para processar
o que diziamos, o que lembravámos. Para mim era uma relação muito,
muito rica. Pra ele também, eu sei.
Me lembro do Zé disparando a rir.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk kk
Era um escândalo. E ele não escolhia lugar pra rir - como eu, que
soltei uma gargalhada na igreja outro dia, que... bom..., kkkkkkkkkkk.
Bom, um dia o Zé me chamou. Assim. Era bem dele isso... Acho que meu
também... A gente puxava o outro pra conversar... assim... do nada. Ou
do tudo... rsrs.
Ele me chamou pra conversar nesse dia, algo pra me
entregar, pra deixar comigo, como se fosse uma dádiva ou um presente, e
disse:
- Átila, um dia meu pai disse que queria conversar comigo.
Isso ele fazia isso de vez em quando. Era um velho arreliado, mas cheio
de vivência; meio seco, mas que me passava o que sabia do jeito que
podia - e continuou. O velho me chamou e disse: "Zé... meu filho...
preste atenção na vida; preste atenção nas pessoas. Tenha cuidado com
isso. Preste bastante atenção e cuidado, porque na vida tem gente que
caga mais pela boca do que pelo cú."
Foi isso que o Zé me disse. A conversa acabou ali. A deles, e a nossa.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Meu tintureiro é um cara d'uma humildade viva, pulsante. Latejante.
Ela pulsa ao redor dele.
83 anos. Ele pedala - eu disse "PEDALA" - pelo bairro todo, em sua
faina, diligente, simples. Suave, gentil, pequeno - ele é um homem
pequeno - ele se desloca, o dia TODO. De um lugar para o outro.
Alegre, simples, constante. Eu amo quando ele chega aqui em casa - como
ele fez agora -, e eu o posso tratar com carinho. Eu dou a ele todo
amor que eu posso.
E ele recebe. Porque as pessoas humildes não
recusam nada. Nada. NADA. Nenhuma oportunidade da vida. E, com isso,
levam uma vida rica. Como o Elias leva.
Como a humildade é forte.
domingo, 25 de setembro de 2011
I
Chegando da Igreja agora...
Comidinha, caminha, filminho - Green Lantern & FRINGE - e trabalhinho, depois.
Estou montando dois PCs.
Chegando da Igreja agora...
Comidinha, caminha, filminho - Green Lantern & FRINGE - e trabalhinho, depois.
De noite, mais filminho, mais pipoquinha, mais edredonzinho... (Hummmm - sorvete de creme, com groselha... Tem na geladeira. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk)
II
Estou montando dois PCs.
Um pra mim - rsrs, outro; é vício, e daí...? rsrssrs - e um prum cliente. Ontem terminei de estrutrar a máquina do cara. O cara me deu uma carroça com pó e ferrugem, rsrsrsrsrs. Como o gabinete era bom, limpei, eliminei a ferrrugem. Era uma carroça e ontem eu botei ele até pra rodar filme na minha TV de alta definição. Acho que tá de bom tamanho, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)
