sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Psicoterapia: quando devemos procurar ajuda profissional?


Devemos procurar ajuda psicológica quando estivermos sofrendo, ou fazendo alguém sofrer além do necessário. Isso pode estar ocorrendo inclusive na área profissional, na relação chefe/subordinado, entre colegas de trabalho, na insatisfação com a carreira, com a profissão que exercemos.
Na vida pessoal, pode ser em função de conflitos familiares entre pais e filhos, parentes, cônjuges, namorados, etc.
Há também os casos em que o problema é mais grave, e a pessoa não consegue mais viver bem com ela mesma. São os casos de algumas psicopatologias (transtornos ou distúrbios mentais) mais sérias, como: a sídrome do pânico, neuroses obsessivo-compulsivas, fobias, depressão, dependência(s) química(s) - incluindo o alcoolismo - e tantas outras.
Os males de nossos dias, criam, ainda, motivos outros que levam uma pessoas a necessitar o suporte de um psicólogo. Foi-se o tempo em que a pessoa que fizesse tratamento psicoterápico era taxada de louca, ou coisa do gênero.
Ter a ajuda de pessoas amigas, e mais experientes, passou a ser muito difícil, já que no dia-a-dia há cada vez mais individualismo, e não há tempo para ouvir o(s) problema(s) de seu semelhante. Poder dizer que estamos tendo condições financeiras para pagar alguém que nos auxilie a resolver nossos problemas pessoais e profissionais, nas circunstâncias atuais, é privilégio para poucos. E, até mesmo, pasmem, símbolo de status.
O mais importante é salientar que, sempre que não estivermos vivendo bem conosco e com os outros, devemos procurar ajuda, quer seja de um psicólogo, quer seja de um amigo, ou de uma religião e seu aconselhamento espiritual. O importante é fazer alguma coisa para ser e fazer os outros felizes.

Carlos Alberto, psicólogo

um amigo com quem trabalhei. Tenho esse texto guardado há anos. Sua singeleza e o espírito com que foi escrito sempre me tocaram profundamente. Mesmo assim, estive para jogá-lo fora n vezes. Ao mesmo tempo senti que a responsabilidade para com ele - o texto -, era não deixar isso acontecer. Finalmente, depois de anos, com uma pequena re-leitura minha, aqui ele está.

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