sexta-feira, 4 de julho de 2008

Na minha cama, no meu quarto, no meio de meus lençóis e cobertores.
Depois de tomar um capuccino. Não sinto nenhuma dor.
Um notebook no colo, on line.
Lá fora a chuva cai forte, o vento sopra e o frio se espalha em ondas...

Há dezenas de filmes em três HDs a um metro de mim. E uma tela grande de LCD. Vou comprar outra maior.

Num CD player toca, toca - é o termo correto para algo que vem de outra dimensão...? - algo mágico, que se tocar na hora de minha morte irei em paz e grato: Jean Luc Ponty e seu CD Open Mind. É com certeza, uma das coisas mais lindas que já ouvi, e ouvirei, na minha vida. É indescritível, inqualificável. O universo criou isso e fez chegar até a mim.

Não há pessoas ruins próximas de mim. Não há e não haverá. Eu quis e fiz assim.

Deve estar entrando dinheiro na minha conta hoje. E dentro de alguns dias entrará mais... E não cessará de entrar. Na Casa da Moeda estão imprimindo dinheiro para mim. Na Casa da Moeda estão imprimindo dinheiro para mim. É assim. Há pouco deixei um recado para um amigo que vive essa afirmação também. Um grande cara.

Opero tecnologia de sobra para fazer coisas fabulosas. Como agora: partilhar minha vida com milhões de pessoas.

Dentro do meu peito, toda uma vida... E na minha mente... um mundo.

Meus pés estão debaixo do cobertor.

O barulho da chuva.

O que vou almoçar...

Um comentário:

Anônimo disse...

Ah!! O que vc comeu sexta-feira eu não sei..rsrsrss

Espero que vc tenha gostado muito do que comeu no fim de semana... Literalmente o que vc comeu..rsrsrsrsrsrs