sábado, 9 de fevereiro de 2008

Tive momentos fantásticos de ontem para hoje. E, assim, eu sigo, prazerosamente, pagando o preço da... consciência.

Acoplei um home-teather no meu computador que já é algo de última geração em multi-mídia.

Não sei nem descrever o resultado. Parei pra pensar nisso agora... Porque é algo grande. É como ter o acervo da Biblioteca do Congresso Americano, do MAM e do MIS, ao meu dispôr em tela grande. É como assistir a humanidade - e sua cultura - desfilando ao meu dispôr e benefício.

Eu tenho uma tela de computador excepcional. Uma amiga minha, que esteve aqui em casa, e é especialista em informática e tecnologia - e em fuder tb - do governo do Rio de Janeiro, disse que "nunca tinha visto uma tela tão grande num PC", e a definição é altíssima. Nem eu. Só em filme.

Tive muito prazer em completar um bom equipamento multi-mídia no meu quarto. MUITO.

Chorei cinco, várias vezes, assistindo "Os Tribalistas". Não sei comentar o que vejo e vi. Apenas tiram a minha alma do corpo... e a arremessam muito acima, através de uma porta que Arnaldo, Marisa e Carlinhos, abrem com sua arte.

Depois vi um filme em que a mãe e o filho passam o filme todo querendo fuder, e ela morre no final pra poder segurar no pau dele. Pombas... Se pelo menos eles ficassem fudendo e gozando direito!! Fiquei meio puto, kkkkkkkkkkkkkkkkk.

Estive muito em paz pela manhã, e pelo resto do dia.

Ah... Chegaram os últimos CD's que faltavam pra completar a minha coleção de jazz da Folha de São Paulo. É algo de uma qualidade indescritível. Apanhei no jornaleiro em que tinha encomendado, quando fui tomar café da manhã, próximo ao trabalho.

Uh... quando eu estava atravessando a rua do jornaleiro pra padaria... Senhores - e senhoras -, quando eu estava atravessando a rua do jornaleiro pra padaria... Vinha vindo uma mulher... Ela vinha pela calçada e eu ainda atravessando a rua. Desacelerei o máximo o passo para que ela tomasse a minha frente e desfilasse para mim. Ela tinha um rabo enorme, lindo, duro, grande... E ela vinha - e tinha - como que acordado àquela hora e tomado uma ducha... E vinha com um vestido leve e minúsculo sobre aquele rabo-fenômeno, que mal o cobria, tal a firmeza dele e seu tamanho... O vestido ficava mal cobrindo-a toda, na verdade. Seu rabo gritava sua pujança e força primitiva e o vestido declarava a todo momento sua impotência para contê-lo... E deixá-lo chegar até nós. Até a mim. Que "o assisti", pleno. Ela ia para a padaria, como eu ia. Deixe-a entrar e passei a tomar meu café. Apreciando. O café... e o rabo.

Uma amiga querida me ligou hoje, no meio da manhã. Engraçado... Há dois dias estava pensando nela. E me deu notícias. Ela está passando por mudanças. Sente dor. Mas todas - mudanças - serão benéficas para ela. Pude vê-lo, ao mesmo tempo em que falava e contava os fatos de sua vida e dor emocional.

Almocei hoje uma torta de frango divina e um pudim de leite de sobremesa que me... elevaram, rsrs. É isso. Enlevo.

Ah... Nossa... Comprei uma calça linda. Uhh. Nossa... Linda. Linda. Mas linda. Linda pra caralho - well... pressuponho que uma calça, deve, obrigatoriamente, ser linda pra caralho.

Um comentário:

Anônimo disse...

Provavelmente essa calça linda pra caralho é para combinar com aquele cinto lindo pra cacete! rsrs