quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Tenho tido pressão da vida - quem não tem? - nesses últimos meses. Mas é por esse mundo que eu optei. Uma opção consciente. Eu resolvi voltar.
E viver. Atravessar. Navegar, perpassar, transpassar, através do que quer que fosse.
É o que eu faço.
É o que todos fazem. Ou não.
Não importa.
É o que quero.

Que belos diálogos (monólogos...??, rsrs) de No Country for Old Men (Onde os Fracos Não Tem Vez). Belos. Artísticos. Vívidos. De vida. E, por isso mesmo, cheios de morte. É essa a mensagem do diretor. A morte e o non-sense nos acompanham. Nos visitam, e nos acossam, como acossam Llewelyn Moss.
Como acossam a todos. Acossados. Lembrei algo,rsrsrs?

Tenho que escrever uma - duas - crônica e não encontro tempo.

Tenho que escrever uma crônica sobre um matador que conheci que chupava dedo. E outra sobre o cobrador que toca gaita. Não tenho tempo.

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