domingo, 20 de março de 2011

D. Maria morreu, soube agora.

Foram três anos, talvez mais, que aquela senhorinha, pequena frágil, e que nunca fez mal a ninguém, passou em cima duma cama, um hospital particular - particular: uma CTI montada em casa -, ligada a sete tubos, um câncer lhe comendo a barriga, vísceras expostas.
Havia um tipo especial de "gaze" cirurgica caríssima para lhe recobrir as vísceras e elas não ficarem completamente expostas.

D. Maria...

Hoje você é o meu herói D. Maria. 

Descanse em paz.

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