18/11/2009 - 12h06 Atualizado às 12h17
Pai e filho morreram nesta quarta-feira ao caírem de um prédio de classe média alta no bairro Chácara Inglesa, na zona sul de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, o homem jogou o filho e pulou em seguida.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o homem - de cerca de 30 anos - pegou o menino - de aproximadamente 2 anos e meio - no quinto andar, onde morava, e levou a criança ao 18º andar do prédio, localizado na rua Correia de Lemos.
Equipes dos bombeiros e o helicóptero Águia, da Polícia Militar, foram acionados para o resgate, mas ambos morreram na hora.
Segundo os bombeiros, o rapaz estava em processo de separação. O caso será registrado no 16º DP (Vila Clementino).
De acordo com o Corpo de Bombeiros, o homem - de cerca de 30 anos - pegou o menino - de aproximadamente 2 anos e meio - no quinto andar, onde morava, e levou a criança ao 18º andar do prédio, localizado na rua Correia de Lemos.
Equipes dos bombeiros e o helicóptero Águia, da Polícia Militar, foram acionados para o resgate, mas ambos morreram na hora.
Segundo os bombeiros, o rapaz estava em processo de separação. O caso será registrado no 16º DP (Vila Clementino).
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19/11/2009 - 12h02
O corpo do menino de dois anos que morreu na manhã de quarta-feira (18) após ser jogado pelo pai do 18º andar de prédio na zona sul de São Paulo foi enterrado na manhã desta quinta-feira no cemitério Gethsêmani, na região do Morumbi, na zona oeste.
Segundo informações do cemitério, o enterro começou por volta das 11h15 e reuniu familiares. O corpo do pai do menino --um consultor de 30 anos-- não foi enterrado no mesmo cemitério. Ele pulou do prédio depois de jogar o garoto, afirma a polícia. O enterro do consultor deve acontecer às 14h de hoje no cemitério das Lágrimas, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo).
De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 16º DP, a mãe do rapaz disse que ele não se conformava com o fim do relacionamento com a mãe do menino, que durou aproximadamente quatro anos e terminou há cerca de seis meses. Antes de se matar, o consultou deixou um bilhete para a ex e telefonou para a mãe.
Na ocasião, ele pediu, chorando, "desculpas por algo que eventualmente ele tinha feito e causado sofrimento a mãe". Em seguida, ele ligou para o chefe, "pedindo para que ele agradecesse ao dono do escritório por tudo que haviam feito a ele".
Segundo informações do cemitério, o enterro começou por volta das 11h15 e reuniu familiares. O corpo do pai do menino --um consultor de 30 anos-- não foi enterrado no mesmo cemitério. Ele pulou do prédio depois de jogar o garoto, afirma a polícia. O enterro do consultor deve acontecer às 14h de hoje no cemitério das Lágrimas, em São Caetano do Sul (Grande São Paulo).
De acordo com o boletim de ocorrência registrado no 16º DP, a mãe do rapaz disse que ele não se conformava com o fim do relacionamento com a mãe do menino, que durou aproximadamente quatro anos e terminou há cerca de seis meses. Antes de se matar, o consultou deixou um bilhete para a ex e telefonou para a mãe.
Na ocasião, ele pediu, chorando, "desculpas por algo que eventualmente ele tinha feito e causado sofrimento a mãe". Em seguida, ele ligou para o chefe, "pedindo para que ele agradecesse ao dono do escritório por tudo que haviam feito a ele".
Tragédia
Por volta das 10h de ontem, o consultor foi ao apartamento onde morava a ex-mulher e o filho, no quinto andar de um prédio de classe média alta localizado na rua Correia de Lemos, Chácara Inglesa. A babá disse à polícia que deixou pai e filho sozinhos para ir à lavanderia; quando voltou, viu ambos entrando no elevador e pensou que desceriam, mas o pai subiu com o menino até o último andar --18º--, de onde jogou a criança e pulou.
Ontem, policiais militares afirmaram ter encontrado um envelope de veneno de rato e dois copos no apartamento onde morava o menino. A babá disse à polícia que o veneno não era da casa, e a polícia não sabe se pai ou filho ingeriram o produto. O material foi encaminhado para perícia.

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